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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Eu Não Quero Voltar Sozinho (Curta)






Simplesmente lindo!
Muitas pessoas devem achar um exagero colocar um menino com dois "problemas", mas elas não podem esquecer de que também existem deficientes físicos homossexuais.
Gostei bastante do filme, pois, além de falar sobre a descoberta da homossexualidade, ele também fala sobre deficiência física, que é um assunto que me interesso bastante.

As (e pq não "Os"?! rs) fãs de The L Word com certeza se lembram da personagem surda que surgiu na 4ª temporada, a Jodi Lerner (interpretada pela Marlee Matlin, também surda).



Aliás, tenho muita vontade de aprender linguagem de sinais e braile...

Espero que gostem da minha indicação. rs

Rainbow kisses!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

South of Nowhere

Bem, antes de mais nada, peço desculpas por não estar postando com tanta frequência...
Estou com várias ideias para posts, mas estou meio sem tempo. Tentarei compensar!

Hoje pretendo falar sobre o seriado South of Nowhere. (Editando: Indicado pela FaMa! Obrigada!)
Segundo o Wikipédia, seu primeiro episódio foi exibido em Novembro de 2005 e o último em Dezembro de 2008.
Ele tem 3 temporadas, que variam de 11 a 17 episódios. Parece muito, mas não é. Cada episódio tem, no máximo, 25 minutos - ao contrário da maioria dos seriados, que possuem aproximadamente 50 minutos. (Tanto é que assisti ele inteiro de 5ª feira retrasada a 3ª feira passada. Super rápido para quem não estava tão desocupada! LOL)
A explicação disso é que ele é destinado ao público jovem, ao contrário de The L Word, The Real L Word e Lip Service. A maioria desses seriados são bem curtos, o que faz com que a história não precise ser muito profunda. E é assim em South of Nowhere.
A história não é muito enrolada, por causa do tempo de cada episódio. Isso faz com que uma situação mude de uma hora para outra. Algumas pessoas não gostam disso, pois dá a impressão de que "jogaram" a informação de qualquer jeito, mas eu adorei! Para mim, tudo ficou muito bem amarrado. Claro que, em alguns momentos, pensei que algumas coisas poderiam ser colocadas de forma diferente, mas, quando pensei no tempo, percebi que eles fizeram da melhor forma possível.

Como sempre faço, vou falar um pouco da história/de cada personagem:

O seriado começa quando a família Carlin se muda de Ohio para Los Angeles, por causa do novo emprego de Paula, que é médica. Ela é casada com Arthur, assistente social. Eles são pais de Glen, Clay e Spencer.
Glen é um ótimo jogador de basquete. Ele era o melhor da equipe de Ohio e, quando vai para LA, se torna uma ameaça para Aiden Dennison, o cestinha da equipe de LA. A partir do momento que Glen consegue superá-lo, o namoro de Aiden com a chefe das líderes de torcida, Madison Duarte fica por um fio. Madison é o tipo de garota que coloca o status do namorado como base do relacionamento.
Clay é filho adotivo de Paula e Arthur. Foi adotado quando tinha 8 anos. Ele é um excelente aluno. Ao conhecer Chelsea Lewis, uma aluna de artes, ele se mete numa briga com seu namorado, que fica com ciúmes e maltrata Chelsea. Clay a defende e conquista o respeito de Sean Miller, que, assim como ele, é negro. Primeiramente, Clay pensa que Sean é um marginalzinho, mas, com o tempo, percebe que ele é muito culto e inteligente, assim como ele.
Spencer é líder de torcida. Ela começa a andar com Ashley Davies, uma garota rebelde que não recebe muita atenção da mãe e do pai (que, por sinal, é um astro do rock) e é ex-namorada de Aiden e rival de Madison. Por causa disso, Madison a faz escolher entre a equipe de torcida e Ashley. Apesar de ter um pouco de receio da suposta homossexualidade de Ashley, Spencer prefere a amizade dela à equipe. Nem preciso dizer o que acontece, não é mesmo?!

Bem, super recomendo o seriado! Gostaria de tê-lo descoberto antes, quando estava confusa e sem rumo, já que The L Word é um pouco chocante no começo. Para quem já se aceitou completamente e já se assumiu, é provável que ache o seriado um tanto sem graça, até porque não tem cenas de sexo e poucos beijos.
Eu achei mega fofo! Deu até aquele calorzinho no peito vendo as cenas da Spencer + Ashley (Spashley, como diz a própria Ashley). (É, eu sinto isso quando vejo cenas muito fofas! >D#)
Também adoreeei as frases da Spencer para a mãe dela! Vou até anotar num caderninho para quando eu me assumir, viu! LOL
Eu, particularmente, me identifiquei tanto com a Ashley tanto quanto a Spencer. E elas me fizeram lembrar do meu primeiro (e único) namoro. Sério, muuuitas situações que vivi com minha ex-namorada foram as mesmas das duas. É de assustar! o-o'

Well, sinceramente, achei esse post muito mal escrito, mas, por favor, relevem. @-@

Rainbow kisses!

PS: Vocês querem que eu comente os comentários de vocês na janelinha ou não precisa?

PS2: Só porque AMAY o casal Spashley, colocarei uma foto das duas no final deste post. Elas são fofas demaaaaaaaaaaaaaais! ♥


Ashley + Spencer = Spashley! ♥

sábado, 25 de junho de 2011

Lip Service

Antes de começar uma nova postagem, gostaria de agradecer à FaMa pelo lindo comentário!
Fiquei muito feliz em lê-lo, de verdade. Agora tenho a certeza de que abrir o blog foi a melhor coisa que já fiz por aqui. Estou sem palavras! E, espero que eu esteja realmente ajudando as pessoas! Até aquelas que não comentam. Fiquei muito feliz meeeeesmo (fez o meu dia! :D)!

Bem, hoje pretendo falar sobre outro seriado, o Lip Service.
(Já vi há um tempinho, mas fiquei sem ânimo de postar sobre isso...)

Antes de falar sobre o seriado, queria dizer que, segundo o Wikipédia, lip service significa "giving approval or support insincerely" ("aprovar ou apoiar de maneira falsa"). Bem, acho que boa parte das pessoas pensa que lip service tem a ver com sexo oral, mas...
Bem, não sei dizer qual foi a verdadeira intenção dos produtores.
Enfim...

Dizem que Lip Service é como se fosse a versão britânica de The L Word (e com menos personagens). Bem, eu discordo um pouquinho, porque é um seriado mais denso. Não tem o lado comédia de TLW... (Mas isso pode ser porque os britânicos são mais sérios.)

Frankie Alan (a butch mais bonita que eu já vi! Deixa a Shane no chinelo! rs) é uma fotógrafa que mora em Nova Iorque, mas foi nascida e criada em Glasgow, Escócia, pelos tios, pois seus pais morreram num acidente de carro. Frankie decide voltar para sua cidade natal logo após descobrir que sua tia havia falecido e que ela queria lhe contar algo antes de morrer. No decorrer da temporada, ela tenta descobrir o que sua tia queria lhe dizer, já que seu tio insiste em dizer que não sabe de nada. Ela também é beeeem mulherenga. Inclusive, se mete em problemas ao se envolver com uma cleptomaníaca, Sadie Anderson, vendedora de imóveis.

Cat MacKenzie (femme) é arquiteta e ex-namorada de Frankie. Frankie fez com que ela largasse a namorada para ficar com ela, mas a abandonou logo em seguida. Quando Cat está começando a (finalmente) se envolver com outra mulher (no caso, Sam Murray (butch), uma policial/detetive), Frankie volta para a Escócia e começa a "atormentar" a pobre Cat novamente. (lol)

Ed MacKenzie, escritor em ascenção, é irmão de Cat. Ele é secretamente apaixonado por Tess Roberts (femme) (MIL CORAÇÕES AQUI <3), modelo&atriz frustrada, que é companheira de apartamento de Cat (e lésbica, para a infelicidade de Ed). Na verdade, a Tess não é apenas frustrada profissionalmente. Sua vida amorosa é um caos! No começo do seriado, ela tinha acabado de romper um relacionamento de anos. Depois, se envolve com uma hétero famosa, Lou Foster (corações aqui também <3), que só quer curtir com ela... É como se ela estivesse passando sua fase "negra" durante a temporada. rs

Jay Bryan Adams é um arquiteto mulherengo que trabalha com Cat. Ele quer se casar com Becky, enfermeira, mas, para isso, precisa amadurecer. Ele é super amigo da Frankie.
(Aliás, TODOS os personagens são amigos de "longa" data. Menos a Sam.)

Assim como The Real L Word (que, por sinal, está MUITO chato na segunda temporada! Vou ver se posto sobre isso outro dia...), o seriado é bem recente. Sua primeira temporada começou a ser exibida em Outubro de 2010. A gravação da segunda temporada começou em Março, segundo o Wikipédia. rs Estou bem ansiosa para assistir!
Uma coisa que me surpreendeu foi o número de episódios. Apenas SEIS! :O E eu achando que The Real L Word que era pequeno (nove episódios na primeira temporada)...

Bem, por enquanto, é isso! :D

Rainbow kisses!

PS: Não é que eu goste de classificar as lésbicas, mas sempre comento sobre isso para vocês terem uma ideia de como é cada personagem. :D

segunda-feira, 6 de junho de 2011

The Real L Word

Olá, leitores!

Bem, como falei para vocês sobre The L Word, decidi que falar sobre The Real L Word.
Como disse antes, ver seriados gays é uma espécie de terapia para mim.
Sinto-me melhor comigo mesma, de verdade. Posso dizer que, sem The L Word, a minha auto-aceitação estaria... pela metade, ou menos. E acho que essa busca pela minha auto-aceitação explica o porquê de eu ter assistido tão rápido (além de muuito tempo livre!).

Enfim, uma amiga, a M., sugeriu que eu assistisse The Real L Word também.
E foi o que fiz. Assim que acabei The L Word, comecei a assistí-lo.

Ao contrário de The L Word, ele é bem recente.
O primeiro episódio de The L Word foi ao ar no início de 2004. O último, no início de 2009 (ok, não é tão distante assim).
Já The Real L Word foi ao ar pela primeira vez no meio do ano passado. Até agora, ele só tem uma temporada (com 9 episódios).

Outra diferença entre os dois seriados é que The L Word é totalmente criado. Já The Real L Word é como se fosse um "documentário" sobre o dia-a-dia de vários tipos de lésbicas. Mas, ao meu ver, isso não significa que elas não sigam um tipo de roteiro. Isso fica bem notável em alguns episódios, nos quais elas supostamente se conhecem, por exemplo.

Falarei sobre as personagens e depois vou dizer o que achei do seriado. ;D

Rose Garcia, 36 anos. Ela trabalha com venda de imóveis, namora uma cabelereira chamada Natalie Hornedo. Rose é bem imatura e adora festas. Isso faz com que ela e Natalie sempre briguem. Mas Natalie é tão infantil quando Rose... As duas são bem femininas, mas Rose tem atitudes bem grossas e masculinas de vez em quando.

Jill Sloane Goldstein, 33 anos, escritora. Ela é noiva de Nikki Weiss, 37 anos, produtora (não me lembro do que...). Nikki foi casada por 5 anos antes de "sair do armário", no programa da Oprah. As duas passam a temporada inteira fazendo os preparativos do casamento, que é apenas simbólico, já que o casamento gay não é legalizado nos EUA (corrijam-me caso eu esteja errada). As duas são judias e SUPER femininas.

Mikey Koffman, 34 anos, promotora de moda. Namora Raquel Castaneda, uma cabelereira + maquiadora (?). As duas trabalham muito e, por isso, quase não se veem. Mikey é bem butch e Raquel é bem femme.

Whitney Mixter, 28 anos, artista de efeitos especiais. Ela é butch, mas não gosta de ser chamada assim. Prefere ser chamada de soft butch ou hard femme. Ela também é bem festeira e "mulherenga", então está sempre se metendo em confusão (discussões com as garotas) por causa disso. Bem no "estilo Shane" (The L Word)! Não vou falar sobre os rolinhos dela, porque né... Mas ela está, basicamente, envolvida com 3 mulheres.

Tracy Ryerson, 29 anos, produtora executiva de televisão. Ela se descobriu lésbica aos seus 25 anos, mais ou menos. Namora Stamie Karakasidis, comediante, que tem três filhos (um casal de gêmeos e um menino especial) do seu relacionamento anterior (com uma mulher, viu?!). Tracy é assumida, mas sua mãe se recusa a falar sobre o "assunto" e a reconhecer que Stamie é mais do que uma amiga para a filha.

Bem, então... The Real L Word não se compara a The L Word, mas a ideia é boa. Só acho que os produtores têm que dar mais verdade ao seriado e "armar" menos.
Amo o casal NikkixJill! Elas são fofas demais! <3 As duas são um verdadeiro exemplo de que é possível ser super feminina, mesmo sendo lésbica. E que relacionamento femmexfemme existe SIM, minha gente! Quando eu tiver uma namorada, quero que a gente seja como elas. :D'
Minha outra paixão do seriado é a Tracy! rs Ela também é muitíssimo feminina. A relação complicada com a mãe (apenas em relação ao "assunto") fez com que eu me identificasse bastante com ela.

Então, leitores, a 2ª temporada vai ao ar amanhã. O "elenco" irá mudar, apenas permanecendo a Whitney e um dos rolinhos dela, a Romi (que ganhará maior destaque e não será mais rolinho da Whit)
E adivinhem? Ajudarei a traduzir para o Parada Lésbica! :D
Eu já tinha me candidatado para ajudar faz um tempinho, mas só recebi a resposta no sábado. Elas me mandaram um teste para ver se eu era boa tradutora e tal... E recebi a resposta ontem! Fui aprovada! Yay! 8D
Vou ver todos os episódios antes de todo mundo! (A) rs

Enfim, irei postar uma foto das meninas de The Real L Word na campanha "No H8" (talvez fale sobre ela num outro post) e do casal NikkixJill! <3





Rainbow kisses!

PS: Acabei de lembrar que butch em português é "bofinho". Femme é "feminina". Só isso mesmo! XD

fontes: Wikipédia e Wikipédia! lol

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A parte mais tensa

Penso em postar sobre isso há muito tempo, mas encarar esse assunto assim, tão intimimamente, é doloroso. Ajo como se não fosse, mas é. E muito.
Todo mundo tem medo da morte.
Tem medo de morrer. (Ok, EU tenho, não sei vocês :S)
Medo de que alguém amado morra.
Mas, principalmeente, todo mundo tem medo de perder alguém que ama de qualquer forma imaginável. Seja por desaparecimento, seja pela morte, seja por deixar de ser importante para a pessoa, seja por decepcioná-la...

Eu tenho medo das consequências de ser o que sou.
Pensar em contar para a família é receber um soco no estômago.
Ano passado, percebi que não tinha uma relação tão profunda com meus pais. Eu não queria me aproximar para depois ser rejeitada.
Alguns de vocês souberam da situação e me deram apoio. Esse apoio (que eu nunca vou esquecer :') ) fez com que eu tivesse coragem de fortalecer a relação com eles e com o resto da família.
Tento não pensar nessa questão de me assumir para eles, mas tem sido difícil.
The L Word me ajudou muito a enxergar os "problemas" com mais leveza, mas alguns comentários simplesmente detonam minha tranquilidade (que não é tão tranquila assim, mas nem tudo é perfeito).
O início do namoro do meu irmão acabou fazendo a minha vida amorosa (inexistente para eles e para mim LOL) ganhar atenção.

"E você, A., quando vai trazer seu namorado aqui?"
"E a A.? Não tem namorado?"
"O seu namorado tem que ser um cara legal, senão cubro ele de porrada!"

Eu sei que eles só querem o meu bem, mas isso é, puta que pariu, muito doloroso. ;S

No Sábado, minha mãe me perguntou se eu queria ter filhos:
"Só se for adotado."
" Tudo bem não casar e morar junto, mas não ter filho?! E a continuidade da família?! Se for adotado, eu não reconheço como neto! Vou te deserdar!"
Obrigada pelo soco, mãe.
"Você teria coragem de fazer isso?!"
Diz que não, diz que não, diz que não...
"Vamos viver um dia de cada vez."
"Você teria coragem mesmo de fazer isso?!"
"Ah, eu nem tenho nenhum bem."
"Não é pelo dinheiro, é pelo sentimento. Como mãe, você tinha que ter dito que não!"
"Um dia de cada vez, tá?"
Ótimo mesmo, viu? Repeti o que tinha dito. Ela parou, pensou, pensou. Pensou demais para o meu gosto.
"Mãe é mãe..."
Na boa, ainda bem que eu estava na praia.

Já é horrível ouvir os argumentos de algumas pessoas numa discussão sobre homossexuais&etc (como no curso de inglês um dia desses), imagina isso.

Dizem que mãe sempre sabe, mas... Elas devem negar, assim como nós fazemos quando estamos nos descobrindo (ou até mesmo depois disso, vide ano passado). Só que elas só têm a confirmação da desconfiança quando nos assumimos claramente.

Eu não quero fazer isso. =(
Penso que minha avó surtaria, mas isso nem se compara com o terror de perder meus pais e meu irmão. Mesmo que temporariamente.

Na última briga que tive com minha mãe, no começo desse ano, ela ficou me chamando de manipuladora e blá blá blá (o que já não tem relevância hoje em dia) e, puts, me olhou com uma puta cara de nojo. Ela nunca tinha me olhado daquele jeito. E eu não quero ver essa cara de novo.

Será que não dá para pular essa parte?

Eu sei o que eu sou, mas eu não queria que me assustasse, que doesse tanto.
Eu queria que essa característica não ficasse tão evidente.
Nenhum hétero é conhecido como "Fulano(a), o(a) hétero."
Então eu não quero ser conhecida como "A., a lésbica." (Para não dizer os apelidos escrotos - é, ainda estou na fase de me importar com eles.)
Essa é a parte que deixa de doer e me dá raiva, mas ela é tão pequena perto dos outros sentimentos...

Dá vontade de me esconder&trancar no armário para sempre.

Rainbow kiss.

PS: Tô começando a achar que essa porra é genética. Se isso for comprovado, a culpa é deles. u.u

PS2: Desculpem os palavrões.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Fim de The L Word (e várias aleatoriedades)

Acabei de ver o último episódio de The L Word...
Posso dizer que foi mais do que um seriado lésbico, mas um seriado bom.
É incrível como um episódio fazia tanta diferença para o meu ponto de vista de alguns personagens. Comecei odiando alguém, terminei gostando. Comecei gostando, terminei odiando... Engraçado isso, né? (Tirando a Dana, a Lara e a Carmen, porque sempre gostei delas <3)
Bem, não tenho muito o que dizer... Assisti o especial de The L Word, gostei das atrizes, produtoras e blá...
Elas receberam muitas críticas por não estarem representando as lésbicas fielmente, mas eu discordo. Claro, muitas coisas são mega exageradas, mas, nossa, é TV! Criticaram as roupas, dizendo que eram muito femininas e tal... Desde quando todas as lésbicas precisam ser masculinas? õ.o
Isso me fez perceber que há preconceito na própria "comunidade"... =/
Não sei se vocês sabem, mas existem dois grupos principais de lésbicas: as femmes/lipstick lesbians e as butches. As femmes/lipstick lesbians são femininas, já as butches são masculinas. Criar esses estereótipos é uma forma de firmar o preconceito, ao meu ver. Tudo bem que na prática é BEM assim mesmo, mas... Será que seria assim se não existissem esses estereótipos?
(Que, por sinal, existem há muito tempo... Segundo este site, desde a década de 50.)

Às vezes, me acho bem masculina, mas nunca diria que sou butch. Para falar a verdade, tenho medo delas! HAUAHUAH Sei lá, para mim, não faz sentido nenhum ficar com uma garota que... PARECE UM GAROTO! A melhor parte de uma garota é... Ser uma garota! Bem, essa é uma das coisas que eu acho mais fascinante nelas, mas... ;P

Enfim, "etapa 1" foi cumprida! o/
Sério, a cada dia que passa, me sinto melhor...

... tirando hoje mais cedo, que o assunto "homossexualidade" surgiu na aula de inglês. Como eu odeio quando esse assunto surge! "Eu aceito, mas não é normal!" Então uma mulher que fica solteira a vida inteira também deveria ser anormal. Ou então um casal que casa, mas não tem filho(s). Isso não faz nenhum sentido!
Mas, enfim, fiquei melhor depois que vi The L Word. xP

Às vezes, me sinto um pouco solitária. Todos os meus amigos são héteros. Não que isso seja ruim - isso não é um defeito -, mas tem muuuuuuuuuitas coisas que eu não acho que vocês conseguem entender, mesmo se esforçando para isso. Não quero parecer ingrata, nem arrogante, então espero que vocês peguem o "ponto certo" do que estou tentando dizer... Vocês têm me dado tanto apoio, eu não tenho do que reclamar, de verdade.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Ah, vi o filme "The Runaways" hoje. A Dakota Fanning estava tão bonitinha...! Mas não vi nada demais na cena dela se pegando com Kristen Stewart. O que foi aquilo?! Decepcionante. u.u
Natalie Portman + Mila Kunis forever! o/
(Nem vou falar de The L Word, porque né...)

Náh, voltando ao assunto The L Word... A última cena foi tão linda! Elas caminhando, chiques, sedutoras, bonitonas, sorridentes... OMG, CASAVA COM TODAAAAAAAAAS! >8D

Well, por hoje é só! Sei que esse post ficou bagunçado, mas... Iria perder a intensidade se eu tivesse dividido em dois ou três posts. xP

Rainbow kiss! ;D

quarta-feira, 16 de março de 2011

Maybe it's time...

Hey, pessoas!

Como algumas pessoas já sabem, fui ao Monobloco no domingo passado.
Posso dizer que, apesar de ter sido uma decisão de última hora, também foi algo pensado há bastante tempo. Como assim?
O plano era ir em uma boate e ver como as coisas funcionam. Eu nunca fui, e nem tenho muita vontade de ir, porque vai um pouco contra os meus princípios (de não beber e não ficar por ficar). Óbvio que eu não sou obrigada a fazer nada que eu não queira, mas... Eu estaria alí, assistindo tudo. E isso me incomodaria bastante. Sei lá, eu realmente acho perturbador. Se eu já achei algumas festas que eu fui meio "urgh", imagina uma boate...?! Eu sei, tem gente que só vai para dançar, mas eu nem gosto de dançar! =P Seria mais como uma experiência mesmo. E para ouvir as músicas, também.
Voltando ao Monobloco... É, foi bem estranho. Não foi ruim, porque eu estava com meus amigos e tal, mas... É vergonhoso! (Devo escrever sobre isso depois no All About Nee)
Assim como eu sou um pouco homofóbica (principalmente comigo mesma), acho que também sou um pouco "heterofóbica".
Okay, acho que sou bem conservadora, isso sim. Beijar na rua? Na frente dos outros? Na frente da família? Nããão! Acho estranho.
Talvez seja "herança" do fato d'eu ter namorado dois anos escondido (bota escondido nisso...)... hahuahau!
Quando eu fiquei com um garoto (a maioria de vocês deve saber quem é), também foi meio escondido. Tirando a parte que ele me beijou na rua (tá, eu já tinha feito isso antes, numa aposta, mas isso é ooooutra história! hahauhaua)... E, nossa, é bem estranho MESMO! >D
Enfim, voltando ao assunto...
Acho que ter ido ao Monobloco foi uma forma de conhecer o "Mundo hétero" um pouco melhor.

Agora finalmente cheguei na parte que eu queria.
Também quis ir para me reafirmar (ou não, se fosse o caso) e me despedir de vez da minha falsa dúvida em relação a minha opção (que não é uma opção...).
Porque acho que estou pronta para começar a encarar os fatos e conhecer o "Meu mundo" "Mundo homo" (O "Meu mundo" é MEU). Parece preconceituoso dividir a sexualidade em dois mundos, mas não é. É uma realidade, infelizmente. (Quando as pessoas negam isso, elas negam a verdade.) Não sei até quando essa divisão vai existir, mas, primeiramente, os dois lados têm que aprender a conviver um com o outro, porque os dois são preconceituosos. Mas, enfim, isso é assunto para outra hora... Voltando ao assunto...
Faz um tempo que penso em ir numa boate gay. Conversei sobre o assunto com umas pessoas e me decidi. Eu quero ir. Porque mesmo conhecendo pessoas bi/homo, sei que ainda sou "presa".
Mais do que querer, eu VOU (talvez neste fds). Aliás, vou numa boate lésbica, não gay. Pelo menos na primeira vez. Se eu gostar, sim, vou outras vezes. Acho que vai ser bom. E não vou usar isso como desculpa para ir contra os meus princípios!

É, isso é mais um tipo de "tratamento de choque" (o outro é assistir The L Word, haha! *).
Algumas pessoas podem não entender, mas isso está me fazendo bem...!
Cada vez mais eu.
Luto por isso desde algum tempo, mas em outras "áreas".
Quem me conhece (okay, todos me conhecem por aqui! haha), sabe que estou melhor.

Bem, é isso! :D

Bjmordida! o/

* Já estou na 3ª temporada! \o/
Assistí-lo, definitivamente, está me ajudando. Até em relação a contar para os meus pais (assunto para um próximo post). Sei que algumas coisas devem ser exagero, mas...
Ah, e é incrível como esse seriado me faz mudar de ideia quanto as personagens num piscar de olhos!

PS: Sei que o post foi beeem generalizado, mas peço que tentem entender um pouco além disso. ^^

domingo, 6 de março de 2011

The L Word

Antes de mais nada... Agradeço o apoio que cada um de vocês me dá, de verdade!
Eu 'tou achando isso tudo muito engraçado, para não dizer esquisito! hahaha
Preciso me acostumar com essa sensação de alívio. xP
Sabe quando você é BV e morre de medo? E, depois que beija a primeira vez, se sente tão diferente em relação a isso? É mais ou menos a mesma sensação que estou sentindo... XD (Que comparação é essa?!)

Como eu disse no post anterior, vou falar sobre The L Word!
Bem, eu comecei a vê-lo por volta de Junho de 2009 (indicado por uma amiga que, na época, era bi, hoje em dia é completamente homo), se não me engano (ou um pouco antes/depois disso).
Vi a primeira temporada inteira, mas achava o seriado um tanto bizarro. XD
Vou explicar mais ou menos o enredo, para vocês entenderem: =D

O seriado se passa em L.A. que, como muitos sabem, é um lugar cheio de GLBTs. XD
Há um grupo de amigas lésbicas, que são: Bette Porter, Shane McCutcheon, Alice Pieszecki, Tina Kennard, Dana Fairbanks e Marina Ferrer.

A Marina não é tããão participativa e é dona de um café chamado The Planet, que é onde elas sempre se reunem pela manhã.
A Bette e a Tina são um casal bem estável - estão juntas há 7 anos - que quer ter um filho através de inseminação artifical. A Bette trabalha num museu chamado C.A.C. e a Tina largou a carreira para engravidar.
A Shane é "A" pegadora do grupo e a mais masculina também. Ela é cabelereira. XD
A Alice é "bissexual" (ela se revoltou com as mulheres! haha XD) e escreve numa coluna de uma revista elegendo "os(as) melhores... (lugares para dançar, técnicas de rejuvenecimento, etc)"
A Dana é uma tenista profissional que ainda não se assumiu para os pais. Ela sente vergonha de ser lésbica e não sabe usar seu "gaydar" na hora de "paquerar". (Isso tudo me soa MUITO familiar... hahaha!) Ah, ela também tem um gato chamado Mr. Piddles! hauhuahu <3 Assim que o seriado começa, Jenny Schecter, noiva do vizinho de Bette e Tina (Tim Haspel) chega para morar com ele. Ele é treinador de uma equipe de natação, ela é escritora. No decorrer da história, Jenny se envolve com Marina. Dana conhece uma cozinheira, Lara Perkins, mas não sabe se ela é gay ou não (típico... hahaha). Bette tem uma meia-irmã que luta contra o alcoolismo (Kit Porter). Melhor parar por aqui, antes que eu conte tudo! xP Então, estou revendo a primeira temporada e me preparando para ver a segunda (são seis no total). E estou adorando! Na primeira vez, fiquei muito assustada com a história da Bette e da Tina (e com as falas...: "Let's make a baby!"?! WTF?!) E com as cenas de sexo, que são BEM explícitas... e.e" *
Bem, revendo a série, posso dizer que minha forma de encará-la mudou bastante.
Antes eu só pensava em como era bizarro a Bette e a Tina quererem ter um bebê. Hoje acho bonito a relação delas. Pô, SETE anos juntas! E elas se olham de um jeito tão meiguinho, dá vontade de ter alguém só para ficar olhando/ser olhada/trocar olhares daquele jeito! <3 (GAAAY! Ding ding ding! Taxa ficando alta...! hahaha) E, sei lá, a história da Dana passou a fazer muito mais sentido! Antes eu a achava uma covarde na questão de se assumir. Hoje vejo que eu tenho muitas coisas parecidas com ela! HAUHAUHUH Tanto na questão de se assumir quanto na hora de saber se a garota é ou não gay. (E de evitar a palavra "lésbica"! XD) Estou doida para terminar logo a primeira temporada e ver episódios novos! xP That's all, folks! ;D Bjmordida! * Isso me fez lembrar da cena da Nina (Natalie Portman) com a Lily (Mila Kunis) em Cisne Negro! O QUE FOI AQUILO?! *morre* (Aliás, como alguém finge um orgasmo quando está atuando? 2bjs)

(Editando - 06/03/2011 - 18: 01h)

Ah, mais algumas coisas sobre o seriado:

Há uma cena que dizem para a Dana se assumir, pois ela está escondendo a melhor parte dela mesma. Por muito tempo, pensei que isso é um absurdo. Pensava que essa era a minha pior parte. Mas, sei lá, é só uma parte! (Vou fazer um post melhor sobre o assunto =D)

Eu, particulamente, odeio a história da Jenny. Ela vive correndo atrás da Marina, mas, assim que ela faz "as coisas" com ela, ela vai correndo atrás do Tim, arrependida. E adivinhem? Faz "as coisas" com ele. Isso é tão... Urgh!

Acho que era só isso mesmo. XD
Se eu lembrar de mais alguma coisa, eu edito de novo. xP

Bjmordida!

(Editando [2] - 08/03/2011 - 00:41h)

Ah, eu sabia que estava esquecendo de comentar algo! É irrelevante, mas...
O nome de TODOS os episódios de The L Word começam com a letra "L"! O:
Feliz dia das mulheres! =D

Bjmordida

(Editando [3] - 16/03/2011 - 12:57h)

Corrigindo a informação acima...
Há uma exceção quanto ao nome de TODOS os episódios começarem com a letra "L":
O primeiro episódio! Ele se chama Pilot...
Enfim, só para corrigir mesmo... haha!

Bjmordida

sexta-feira, 4 de março de 2011

Novo blog

Hey, pessoas!
Bem, como todos os meus amigos sabem, eu adoro escrever no meu blog pessoal!
Acontece que existem muitas outras coisas que eu gostaria de escrever lá, mas não posso. Quer dizer, eu até posso, mas tenho medo. E eu também não gostaria de restringir o acesso a ele...

A situação é a seguinte:
Há muito tempo, venho tentando mudar algo que é imutável, e isso realmente me machucava. Respirar era praticamente impossível.
Tudo porque eu desejo algo que, tecnicamente, não posso.
Passei os últimos meses me perguntando se o que eu sinto é errado.
Talvez seja, mas decidi que está na hora de ser sincera comigo mesma. E com as pessoas também!
(Quantas e quantas vezes reprimi pensamentos e palavras? Eu já perdi a conta. Isso, com certeza, é muito sufocante.)
Eu sei, não comecei muito bem, porque vou restringir o acesso a esse blog, mas isso é temporário. Só até eu ter coragem.

Isso tudo é muito difícil para mim, mas farei o melhor possível.

Ahm, agradeço à P. (sweetie!) por ter conversado comigo sobre o assunto no Domingo (ok, já era Segunda... HAUAHUAH), de verdade. Ela me fez perceber que é inútil tentar esconder (e até mesmo mudar) os fatos. Acho que fazia um boooom tempo que eu não respirava de forma tão leve. E a sensação continua até agora. Espero que seja assim de agora em diante.
Também agradeço à T., que me deu um "empurrão" para fazer logo este blog! XD

Então... Vou falar algumas coisas sobre o blog:

Bem, aqui vou falar sobre TUDO que eu quiser. Sim, absolutamente TUDO. E eu sei que muitas pessoas vão ficar um pouco chocadas, mas eu realmente preciso disso.

Hm, escolhi o fundo escuro propositalmente, assim como a variação de cores. Queria deixar em evidência que, ao mesmo tempo que o que vou mostrar aqui vem do meu lado "negro", isso tudo é BEM "colorido"! Ao mesmo tempo que isso tudo me entristece, fico feliz também.

E, bem, o wallpaper da Mila Kunis... É porque ela é LINDA (a primeira de muitas coisas gays que direi aqui!)! E porque ela me faz lembrar do que eu sou, definitivamente! >D
Então, ela está aí para deixar bem claro tudo isso aí! HAUHAUH
Oh gosh, vou ter que vê-la aqui toda vez que vier postar?!
Acho que a Mila também serve de lembrete para vocês, sei lá. Ou não.


Enfim... Aos poucos, mostrarei o meu lado gay.
Se você receber o convite para entrar no blog e não se sentir à vontade com o baaaando de besteiras que irei falar, sem problemas! Não se sinta obrigado(a)!

Chega de porpurina, né?

Rainbow kiss!

PS: Voltei a ver The L word. Definitivamente, me identifico com a Dana! >D"

PS2: Não, eu não vou abandonar o blog pessoal!