Estou com várias ideias para posts, mas estou meio sem tempo. Tentarei compensar!
Hoje pretendo falar sobre o seriado South of Nowhere. (Editando: Indicado pela FaMa! Obrigada!)
Segundo o Wikipédia, seu primeiro episódio foi exibido em Novembro de 2005 e o último em Dezembro de 2008.
Ele tem 3 temporadas, que variam de 11 a 17 episódios. Parece muito, mas não é. Cada episódio tem, no máximo, 25 minutos - ao contrário da maioria dos seriados, que possuem aproximadamente 50 minutos. (Tanto é que assisti ele inteiro de 5ª feira retrasada a 3ª feira passada. Super rápido para quem não estava tão desocupada! LOL)
A explicação disso é que ele é destinado ao público jovem, ao contrário de The L Word, The Real L Word e Lip Service. A maioria desses seriados são bem curtos, o que faz com que a história não precise ser muito profunda. E é assim em South of Nowhere.
A história não é muito enrolada, por causa do tempo de cada episódio. Isso faz com que uma situação mude de uma hora para outra. Algumas pessoas não gostam disso, pois dá a impressão de que "jogaram" a informação de qualquer jeito, mas eu adorei! Para mim, tudo ficou muito bem amarrado. Claro que, em alguns momentos, pensei que algumas coisas poderiam ser colocadas de forma diferente, mas, quando pensei no tempo, percebi que eles fizeram da melhor forma possível.
Como sempre faço, vou falar um pouco da história/de cada personagem:
O seriado começa quando a família Carlin se muda de Ohio para Los Angeles, por causa do novo emprego de Paula, que é médica. Ela é casada com Arthur, assistente social. Eles são pais de Glen, Clay e Spencer.
Glen é um ótimo jogador de basquete. Ele era o melhor da equipe de Ohio e, quando vai para LA, se torna uma ameaça para Aiden Dennison, o cestinha da equipe de LA. A partir do momento que Glen consegue superá-lo, o namoro de Aiden com a chefe das líderes de torcida, Madison Duarte fica por um fio. Madison é o tipo de garota que coloca o status do namorado como base do relacionamento.
Clay é filho adotivo de Paula e Arthur. Foi adotado quando tinha 8 anos. Ele é um excelente aluno. Ao conhecer Chelsea Lewis, uma aluna de artes, ele se mete numa briga com seu namorado, que fica com ciúmes e maltrata Chelsea. Clay a defende e conquista o respeito de Sean Miller, que, assim como ele, é negro. Primeiramente, Clay pensa que Sean é um marginalzinho, mas, com o tempo, percebe que ele é muito culto e inteligente, assim como ele.
Spencer é líder de torcida. Ela começa a andar com Ashley Davies, uma garota rebelde que não recebe muita atenção da mãe e do pai (que, por sinal, é um astro do rock) e é ex-namorada de Aiden e rival de Madison. Por causa disso, Madison a faz escolher entre a equipe de torcida e Ashley. Apesar de ter um pouco de receio da suposta homossexualidade de Ashley, Spencer prefere a amizade dela à equipe. Nem preciso dizer o que acontece, não é mesmo?!
Bem, super recomendo o seriado! Gostaria de tê-lo descoberto antes, quando estava confusa e sem rumo, já que The L Word é um pouco chocante no começo. Para quem já se aceitou completamente e já se assumiu, é provável que ache o seriado um tanto sem graça, até porque não tem cenas de sexo e poucos beijos.
Eu achei mega fofo! Deu até aquele calorzinho no peito vendo as cenas da Spencer + Ashley (Spashley, como diz a própria Ashley). (É, eu sinto isso quando vejo cenas muito fofas! >D#)
Também adoreeei as frases da Spencer para a mãe dela! Vou até anotar num caderninho para quando eu me assumir, viu! LOL
Eu, particularmente, me identifiquei tanto com a Ashley tanto quanto a Spencer. E elas me fizeram lembrar do meu primeiro (e único) namoro. Sério, muuuitas situações que vivi com minha ex-namorada foram as mesmas das duas. É de assustar! o-o'
Well, sinceramente, achei esse post muito mal escrito, mas, por favor, relevem. @-@
Rainbow kisses!
PS: Vocês querem que eu comente os comentários de vocês na janelinha ou não precisa?
PS2: Só porque AMAY o casal Spashley, colocarei uma foto das duas no final deste post. Elas são fofas demaaaaaaaaaaaaaais! ♥
Ashley + Spencer = Spashley! ♥
