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domingo, 4 de setembro de 2011

11 coisas que aprendi...

...assistindo filmes pornô lésbicos

por Rapha em Scarpin, Malbeq, Maquiagem e Pochete

1) Uma vez usando a cinta, o dildo é acoplado ao seu corpo, tornando-se uma extensão do mesmo e por isso a pessoa que o usa sente IMENSO prazer em receber um “boquete” na ex-prótese, atual pinto.

2) 90% da população lésbica é composta por loiras-peitudas-fogosas.

3) Não importa o quão longa, purpurinada e pintada suas unhas sejam: elas NUNCA, nunquinha vão machucar na hora H.

4) Clitóris, mamilos e todas as extremidades ditas “sensíveis” do corpo não passam de sacos de pancada, manuseie com o máximo de descaso e força que conseguir.

5) É falta de educação fazer sexo sem sapato. Quanto maior o salto, mais transparente, mais purpurinado, melhor!

6) Ao ser penetrada toda lésbica deve gemer “Oh yeah” e continuar a recitar este mantra, porque é apenas através dele que ela alcançará o orgasmo. Variações para “Oh fuck, oh yeah fuck me” também são aceitas.

7) Toda lésbica é uma bi enrustida. É ok para um cara se meter no meio (literalmente) de uma transa entre lésbicas: elas vão adorar!

8) Cuspir nos órgãos sequissuais quando fazendo sexo oral é totalmente aceitável, lésbicas ADORAM uma boa cuspida na perseguida.

9) As lésbicas se beijam com a língua de fora pra PROVAR que beijam de língua sim!

10) Sofás, por mais desconfortáveis que pareçam, são SEMPRE melhores do que uma cama. Aliás… Tapetes, toalhinhas de pic-nic, debaixo do coqueiro da praia, no consultório ginecológicos, todo lugar é lugar para acontecer uma transa lésbica (menos uma cama).

11) Tendo SEMPRE o item 10 em mente, todas as lésbicas andam SEMPRE super depiladas. Afinal nunca sabem quando vão engajar-se em uma luta de aranha.

Créditos: Parada Lésbica.

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Para compensar a revolta do post anterior, estou postando outra revolta, mas abordada de um jeito irônico e cômico. rs (Também escolhi o tema por causa da hora que estou postando. hahahaha!)
Não vejo os filmes pornôs apenas como "entretenimento", mas como uma boa forma de se descobrir, tanto para héteros quanto para gays. Para o público gay feminino, esse tipo de filme fica devendo, já que não mostram os fatos como eles realmente são.
Bem, como não concordo com a exposição das pessoas que gravam esse tipo de filme, não tenho do que reclamar. Para mim, ninguém deve ser expor dessa maneira...
(Sou um pouco antiquada. xP)

Enfim, vou ver se posto algo novo a cada dois, três dias, mas peço que não me matem caso eu fique muito tempo sem postar. lol

Outra coisa: Existe algum(a) leitor(a) que queira compartilhar sua história conosco? Por favor, comente se você estiver interessado(a)! :D

Rainbow kisses!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Convidado de honra: O outro lado da moeda (Vhcs)

(O título e o texto foram "inspirados" na postagem do nosso segundo convidado, o Syncro.)

Olás, eu sou o Vhcs, 17 anos, gay – e, sim, sou eu mesmo, não fique pasmo caso me conheça e tenha só agora tenha “notado” minha sexualidade. Aproveitando o gancho do Syncro, sobre família, mostrarei um outro lado da coisa...
Bem, eu também nunca tive problema em me aceitar, desde a 2ª Série já sabia que tinha olhos pros dois sexos, apenas passou o tempo e eu comecei a reparar do que eu gostava mais e com qual eu tinha, caham, “incompatibilidade anatômica”, coloquemos assim. Assim sendo, cresci me escondendo, não necessariamente no sentido negativo da palavra, mesmo porque, por parte da minha mãe, sempre ouvi coisas do gênero “Se você for gay, continuará sendo meu filho.”, além de perguntas subliminares – ou, por vezes, diretas – sobre minha sexualidade, mas nunca havia dito claramente o que eu sou.
Contudo, houve um tempo que acabou por ser necessário falar a “verdade” (me assumi como bi para tentar fazer o impacto ser menor – e talvez isso tenha sido errado/ruim –, o que não é tão irreal assim, eu até posso gostar de uma mulher, mas nunca vou procurar uma, por minha conta; todavia, deixei claro qual é minha preferência), contra a minha vontade, uma vez que minha família se encontrava numa situação difícil (meu pai estava há dois anos desempregado), devido a um deslize meu. Em tese, não seria tão ruim, mas incomodaria, já que, por mais que eu sempre ouvisse a história do “tudo bem se você for”, uma mãe nunca quer isso de fato, né? Contei. Contei e me arrependi. Contei e me arrependi muito. A mãe compreensiva, amigável, querida, efusiva, que queria meu bem d-e-s-a-p-a-r-e-c-e-u, simplesmente. Brigamos; brigamos muito. E, graças ao veneno dela, agora me sinto mal toda vez que chego perto do meu pai; ela conseguiu plantar em mim uma sementinha de culpa, como se eu estivesse fazendo isso para machucá-los, apenas. Como se não basta-se, eu ainda tive que ouvir “Eu NÃO QUERO saber da sua vida. Sobre quem você gosta e essas coisas. A não ser que isso esteja se incomodando.”. Nesse momento, a imagem de mãe, amiga ideal, que eu tinha dela, morreu. E só uma coisa passou pela minha mente: “Isso nunca me incomodou e nunca me incomodará. Se você não aceita o filho que tem, o que posso fazer?”.
No “Entre-Guerras”, eu notei que ela sempre foi homofóbica, mas demonstrava de uma forma amena, num contexto que parecia até ser bom, ser gay. Uma das frases que sempre ouvi é “Entre um filho alcoólatra, drogado e gay; prefiro ter um filho gay.”. À primeira vista, aparenta ser uma frase normal, mas se reparar o nível no qual é posto ser gay, fica clara a aversão.
E, pra completar a minha alegria, esses dias, notei o grau de homofobia do meu pai, o qual questionou a “apologia ao homossexualismo atualmente existente na mídia, que passa novelas com gays, seriados gays, tudo com gays.”. Respondi que teve parada gay esses dias e por isso tava tão na mídia. Ele começou a revidar com mais perguntas e falando que é exagero, eu disse que eles estão conseguindo espaço etc. e completei com “E, ah, pai, não é doença, né?”. Qual foi a resposta? A seguinte: “Não é doença!? É epidemia.”. Por sorte chegamos na casa dos amigos nossos, para onde estávamos indo; não sei o que eu poderia ter dito se isso não tivesse acontecido.
Isso tudo começou a me corroer, muito. Eu realmente esperava uma rejeição de qualquer um menos dos meus pais, ou, ainda, uma rejeição menor... Nunca dei motivos para ser criticado ferrenhamente, minha obrigação como filho e como aluno, eu cumpro; nunca dei trabalho a eles, de fato, e sou e sempre fui o melhor aluno da classe. Isso não vale nada mais, agora? Só porque sou gay tudo que eu fizer não passa da minha obrigação? Ou, talvez, tudo que eu faço agora é pra me redimir dos meus pecados?
De qualquer forma, tenho meus amigos – uma coisa que acho fantástica é o fato de nunca ter sido alvo de críticas sobre este assunto a não ser pelos meus pais –, que sempre estiveram ao meu lado quando precisei – e, diga-se de passagem, o Syncro foi uma peça-chave pra mim.
Por pior que possa parecer a situação, eu estou bem comigo mesmo e sei que um dia poderei esfregar na cara de todos meu sucesso e dizer que consegui tudo sozinho, já que é assim que me deixaram e estou. Independente disso, sou filho único – que, aliás, é mais um motivo pra tudo cair em cima de mim dobrado – e, devido a isso, sou acostumado a estar só. Já diria o ditado: melhor só do que mal acompanhado...
Por fim, digo outra frase famosa, pra quem passa ou sabe que passará por uma fase similar: Depois da tempestade, vem a bonança.

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Terceiro convidado! (Para ver os outros dois, clique aqui.) O que estão achando das histórias? (:
Conheci o Vhcs em 2009, na mesma viagem que citei abaixo do post do Syncro, mas quase não nos falamos naquele ano. Começamos a nos falar em outra viagem do curso, em 2010. E só começamos a ser mais íntimos este ano. Eu ficava implicando (de brincadeira) com ele no facebook, dizendo que ele era gay e tal (sem ser sem-noção/mal-educada, lógico!). Até que um dia ele me contou que era gay mesmo. hahaha! Eu contei indiretamente que era lésbica. Pensei que ele tivesse entendido pela resposta que ele deu, mas... Só depois que ele percebeu que eu era realmente lés. LOL! Foi bem engraçado. =P
Semana passada, fiz essa viagem anual do curso. Lá, encontrei o Vhcs novamente (ele não mora no mesmo estado que eu e o Syncro, infelizmente). Ficamos bem mais próximos. Como o E. disse no post dele, a amizade entre um gay e uma lés é pura. Não há riscos de uma das partes se "confundir". Não que riscos sejam ruins, mas podem acabar com uma amizade bonita por algo pequeno e sem importância. E também fiquei mais próxima do Syncro e do R. (que também é do meu curso. Fiquei sabendo "dele" por causa dos babados do aniversário dele, que não fui. hahaha! E ele ficou sabendo de mim por um grupo gay que participo no Facebook. rs Ele disse que foi "confirmar" com o Syncro sobre mim e que o mesmo passou o link deste blog. Falei que ele poderia escreve aqui, se ele quisesse. Veremos se ele vai topar, né? (= ). A amizade deles está me fazendo muito bem. (=

Aliás, esta viagem foi beeem "colorida"! Tanto quanto uma parada gay. rs Meu gaydar ficou louco! rs. Pena que só funciona para garotos... Teve até uma situação bem engraçada, no nosso primeiro jantar. Sentamos eu, R., Syncro e Vhcs na mesa. Quando já estávamos devidamente acomodados, nos entreolhamos e notamos que a mesa só tinha gente colorida. Caimos na gargalhada! "Tem alguma coisa muito errada nesta mesa!". Depois, uma amiga nossa sentou conosco e ficamos brincando, dizendo que ela tinha salvado a mesa. Obviamente, ela não entendeu a piada, mas morremos de rir. rs
Uma das coisas que mais gosto entre uma amizade gay x lés é o contato físico. Você não precisa de motivos para ter/não ter, não fica com aquela dúvida na cabeça se a pessoa está a fim de você ou não... Nada dessas psicoses. Você abraça porque você quer, simples assim. x3

Sobre a história do Vhcs... Muito triste a atitude da mãe em se mostrar preconceituosa DEPOIS que ele se assumiu. Mas acho que é só uma questão de tempo para que ela se acostume com a ideia... O Vhcs é forte e consegue segurar muito bem "a barra". Eu, particularmente, não aguentaria.
E, infelizmente, muitas pessoas ainda pensam como o pai dele. Pensam que ser gay é "epidemia", que é influência da mídia...

Espero que tenham gostado do post!
Aliás, alguma sugestão/crítica? Podem dizer à vontade, viu? Quero que este blog fique cada vez melhor!

Rainbow kisses!

sábado, 16 de julho de 2011

Youtube, indicações

Olá, leitores(as)!

Bem, hoje postarei coisas que achei no Youtube esses dias.

Eu gosto de Mulheres (Eu colo o velcro)



Morri de rir!

Aluga Sapatão - Comédia MTV



É, tem muita HT safada que quebra coração de sapatão fazendo isso! rsrs
(Porque elas sempre acham que vão conseguir "converter" a garota... Ou que já conseguiram...)

Dedilhadas01 - Como você descobriu que era sapa?



Bem, na verdade, indico o canal Dedilhadas. Cada episódio tem um tema, então você pode escolher qual tema te interessa e assistir!

Ah, acabei de lembrar... Para quem tem twitter, SUPER recomendo a @fadacaminhao!

Para quem está começando a se descobrir, provavelmente será incômodo assistir aos vídeos + ler os tweets da @fadacaminhao, mas é só uma questão de tempo para se acostumar.
Eu, particularmente, odeio esse negócio de ter um padrão, que, no caso, é ser bofinho (butch), mas já me acostumei com esse tipo de humor. Morro de rir e me identifico com algumas coisas, inclusive.

Okay, sei que tenho falado muito pouco de mim ultimamente, mas prometo compensar isso. Só preciso parar para pensar sobre o que tenho sentido. E, bem, tenho que confessar, estou evitando ter esse tipo de conversa comigo mesma. Não é como se eu estivesse fugindo, só não quero ficar pensando, entendem? Daí me ocupo com um monte de coisas para não ter que pensar. lol
Enfim, sei que preciso ter esse dia para pensar e garanto que ele não está muito longe. Muito em breve vocês terão todas as atualizações da minha vida como lésbica. rs

Rainbow kisses!

PS: Ainda não respondi os comentários (quero dizer, só um comentário! FaMa, minha leitora secreta, como sempre. rs) do post anterior, mas fiquem ligados! lol
(Editando: Já respondi sim! :D)